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EDIÇÃO SETEMBRO'16 | REVISTA HUMAN

Na edição de setembro de 2016, Beatriz Portas deu o seu testemunho sobre o tema: «Nas redes socias o recrutador coloca os ‘inputs’ e começa a sua viagem.»


Ao recrutamento e à seleção de candidatos podemos chamar «tarefas de perícia», pois são a tentativa de concretização de um «casamento perfeito» entre uma função e uma pessoa, ou pelo menos assim se deseja. Este «casamento» não é fácil: existem muitos parâmetros a considerar, por um lado da função, por outro do candidato e por fim da conjugação entre ambos. A seleção é uma tarefa onde o recrutador tem de estar muito atento, escolhendo os métodos mais adequados e a forma de estes mesmos serem aplicados. Tem de ter muita atenção e muito estudo sobre a função para que possa existir dela o máximo de conhecimento e ‘a posteriori’ também o maior nível de reconhecimento de características e traços profissionais no candidato que se possam enquadrar. Sem o recrutamento a seleção não pode ser concretizada. É mesmo a fase mais importante do processo. Exige não apenas o estudo e o conhecimento profundo sobre a função, mas também o planeamento do tipo de ferramentas a utilizar e das plataformas de divulgação, além de outros fatores relacionados com a função para a qual o recrutador está a trabalhar. Quando estamos à distância de um ‘clic’, a nível pessoal e profissional, tudo se torna mais acessível, mesmo a centenas ou milhares de quilómetros. No recrutamento, a proximidade que o mundo globalizado trouxe não é exceção: o nível de alterações a fazer nas ferramentas de recrutamento tornam-se cada vez menores, quer ao nível da língua utilizada, quer ao nível do conhecimento existente de diferentes culturas. Aqui, importa mencionar o contributo extremamente importante das tecnologias e das redes sociais. Estas são fontes de recrutamento essenciais. O mundo tecnológico possibilita que o recrutamento e a seleção não se faça apenas da forma mais tradicional – que em muitos casos poderá continuar a ser o mais eficaz e eficiente. Permite abrir horizontes, e em muitos casos poderá ser o modo que mais sucesso trará à fase da seleção: é o caso do recrutamento para o estrangeiro, estejamos nós no local de origem ou no de destino, ou o de candidatos emigrados que querem regressar ao país de origem. As redes socias tornaram-se uma ferramenta determinante, onde o recrutador coloca os ‘inputs’ e começa a sua viagem.

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